quarta-feira, 12 de novembro de 2008

"Amuleto de Cura"


Já várias vezes foi discutido o tema de “healing” no grupo. A malta é rezingona e tem por hábito não comprar healing potions e refilar com o DM por este não dar mais poções. Além disso, acrescem os problemas de não haver um clérigo no grupo, e o facto de uma pessoa estando inconsciente não poder tomar poções.
Ora, pensei em algumas soluções para dar a volta a esta questão, e tentei ter em conta o facto de que malta à beira de nível 10 já não gostar muito de gastar uma standard action para beber uma poção. Assim, fiz uns amuletos que irão aparecer brevemente para venda no jogo, e que penso que sirvam o objectivo pretendido.
A minha ideia é ter um amuleto com “beads/contas”, que se gaste ao estilo “necklace of fireballs”. Este amuleto teria as seguintes “contas/beads”:
4x Cure Light Wounds (1d8+5)
2x Cure Moderate Wounds (2d8+10)
1x Cure Serious Wounds (3d8+15)

Aproveito para referir que doravante fica com regra instituída que as poções passam a ter estes valores fixos.

Ora, estas contas gastam-se como “swift action”, ou seja, só podem fazer uma swift action por turno, mas ficam com o espaço livre para move e standard. O preço de cada um destes amuletos será de 2000 GP, com a possibilidade de serem recarregados num templo quando TODAS as contas foram usadas, pagando para isso o valor fixo do mesmo. (Tá a ouvir, sôr Jack? Valor FIXO! ;)
Gostaria de ouvir opiniões a respeito deste artefacto, e das estatísticas apresentadas, até porque gosto sempre que estas coisas sejam discutidas democraticamente.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

"Sessões: Novembro 2008"


Face à recorrente necessidade de adiar sessões em cima da hora, e à dificuldade de agendar sessões de forma a conseguir reunir o máximo de jogadores, deixei por sugestão na última sessão que, no início de cada mês, cada membro do grupo deve dizer quais são os Domingos a que não pode jogar. Bem sei que por vezes surgem imprevistos de última hora, mas há sempre aqueles dias em que já sabemos que não temos possibilidade de jogar, ou porque a Mãe/Pai faz anos, ou porque vamos à santa terrinha ou porque temos algum compromisso.

Assim, e também porque de vez em quando parece haver problemas com o envio dos mails, daqui para a frente a calendarização das sessões passa a ser discutida via mail e também aqui no blog.


Posto isto, para o mês de Novembro de 2008, o feedback que recebi até agora leva-me a apontar para os Domingos de 16 e 23. Tanto o Alex como a Sandra me enviaram mensagens neste sentido. Sei, igualmente, que para dia 9 há muita gente que não tem disponibilidade, pelo que fica fora de questão. Assim sendo, vamos à partida apontar para as datas supramencionadas (16 e 23). Ainda sem garantias, tentarei fazer sessão nas duas datas.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

"Miniaturas em 2D"


Uma coisa espectacular que saiu no blog da Paizo: um dos fãs criou miniaturas de papel com as personagens de "Pathfinder". Assim, ficam com uma espécie de miniaturas em 2D.

Achei a ideia muito fixe. Quase tão boa como os meus tokens... :P

Links: Grupo 1 / Grupo 2

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

"Sessão 4 - Meeting Good Ol' Friends"


18:59 – (Sid) “Ena pá, que fixe, já saímos da Dungeon, cheios de tesouros, e agora vamos até à cidade recuperar HP e vender loot.”
19:00 – (Sid) “FUUUUCK!!! DRAGÃO! DRAGÃO! DRAGÃO! O gajo agarrou o Lithlandis e... e... O GAJO LARGOU O LITHLANDIS EM QUEDA LIVRE!!!”

Creio que não me lembro de alguma vez ter acabo uma sessão de uma forma tão “OHMYFUCKINGGOD” para o grupo... Sim, ser DM tem estes pequenos prazeres sádicos de quando em vez. >:]
Creio que esta sessão teve reacções díspares. O Sid não gostou – excepção feita ao desfecho da sessão com a inesperada visita do sexiest dragon in Faerûn. Eu, gostei bastante da sessão. De facto o dungeoncrawl não é algo que me anime muito, mas creio que desta feita até correu bem. A ala direita era a zona antiga da masmorra, e a que tinha uma componente mais “standard” de “dungeon”. Não ter spellcasters numa dungeon é tramado... Ter um rogue, mas este estar inconsciente... também é tramado.

Para começar era preciso dar uma justificação plausível para afastar o Mordekai, e então lembrei-me do “efeito secundário” de ter inalado o belker. E assim o gnomo foi até ao exterior apanhar ar.
A parte dos fantasmas foi divina, na minha opinião. Deixou os jogadores borrados de medo, foi uma corrida de “vou fugir daqui” / “espera, estou a ser dominado pelo fantasma, vou voltar para trás”. E foi um click muito louco lembrar-se de usar telequinésia nas braceletes do Sid e arrastá-lo de volta aos sarcófagos. Acho que no geral resultou num encounter muito giro.

» Pelo Melhor:
Os momentos que fazem “click”. Quando subitamente, a meio de um diálogo qualquer, o Lithlandis dá um salto e consegue finalmente juntar as peças do puzzle e descobrir quem é “Lady Qamara”, e de que forma ela pode ser associada às iniciais “Q.M.”, é sempre recompensador para o DM aquele momento de “surprise effect”.
Gostei bastante de usar os fantasmas. Têm habilidades muito giras, e acho que misturados com outros monstros devem dar uns encounters brutais.

» Pelo Pior:
A falta de magia, seja arcana, seja divina, é sempre um momento algo constrangedor, para mais quando o grupo se encontra numa masmorra. Isto obriga o DM por um lado a ter que arranjar formas “menos convencionais” de dizer aos jogadores o que são os símbolos, runas, objectos, etc que estão a ver, e por outro lado a não o fazer de forma “olha, de um momento para o outro começaste a perceber o que são efeitos arcana”.

» O Momento da Sessão:
Lithlandis sente um estranho calafrio. Algo o incomoda, uma espécie de prenúncio... Subitamente, contra o Sol, vê tenuemente uma silhueta familiar. O elfo é arrancado da sela do cavalo pelas garras de um gigantesco dragão que sobe em direcção às nuvens, e o larga em queda livre, em direcção à morte certa.
Continua na próxima sessão...

» Lições & Considerações:
Dungeoncrawl ocupa demasiado tempo. Foram duas sessões e meia – longas e sem interrupções – enfiados numa mini-dungeon. Foram apenas oito encounters no total, mais dois ou três elementos soltos, e isto nem pode ser considerada uma dungeon per se, pois em termos “conceptuais” pouco diferia de uma fortaleza.
Não obstante, creio que se conseguiu um resultado positivo, pois houve muita informação importante que se alcançou, os combates (pelo menos desta sessão) não foram monótonos nem repetitivos e tudo o que surgiu tinha uma razão para estar ali.
Foi introduzida uma nova alteração às regras: os “silver ravens” agora desaparecem no momento em que são invocados, aparecendo somente junto dos destinatários quando lá chegam, e não funcionam debaixo de terra.

» Nota da Sessão: 16/17. Talvez quem lá esteve ache um bocado excesso de pontuação, mas creio que, para os objectivos que eu tinha traçado para a sessão, está adequada. Foi uma sessão sem momentos mortos, com combates interessantes, situações envolventes, e com os jogadores sempre “na corda bamba” – algo que é difícil conseguir na maioria dos casos. O facto de um dos fantasmas ter conseguido colocar o Jack com menos carisma do que o Lithlandis também contribuiu para a pontuação global. :)

Daqui por algumas semanas ficamos a saber se o Lithlandis para além do template werewolf passa a ter também o template undead... >:]

terça-feira, 14 de outubro de 2008

"Actualização das Crónicas"

Dando início aos vários epílogos que encerraram o segundo segmento da campanha, já estão no site mais duas partes: "A Cidadela do Senhor da Neblina" e "A Batalha dos Titãs".

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

"Sessão 3 - O Sapo Exterminador da Morte Fulminante"

Após o inusitado e inexplicável encontro imediato com o SAPO EXTERMINADOR DA MORTE FULMINANTE, o grupo aventura-se no primeiro dungeon crawl puro desde que se juntou há quase dois anos. Houve kobolds, houve rogues, houve traps e... houve cordas! Dungeon crawling, é algo que anima o role em D&D, ou nem por isso?

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

"Descrições & Informação"

Existem inúmeras formas para um DM fornecer informação aos jogadores. No caso particular das cidades – enquanto centros de excelência para o grupo interagir com os NPC, descansar e adquirir recursos – qual será a “medida adequada” para conseguir passar aos jogadores o “ambiente” de cada cidade?